Sei lá…
Mas é que no final de tudo eu me pego pensando nas coisas,
Pensando na sonoridade do seu nome,
No quanto adorava repeti-lo em voz alta,
Só para ter a certeza de que jamais iria te esquecer.
Revirando o passando, como o cão sarnento revira a lata,
Eu busco alimento para esse dia,
Sobrevivendo um minuto por vez,
Embalando o esquecimento e aquela maldita vontade de ir embora,
Que vez ou outra bate minha porta...
É tanta coisa em minha mente,
Tantas curvas nos pensamentos,
Que me perco em qualquer beco,
Girando, tentando morder meu próprio rabo,
Feito cão faminto, sem dono
Esperando socorro...
...
Escrevi umas linhas pensando em você,
Espero que possa ler,
Espero que possa crer:
Que tudo que vivemos fez sentido,
Que tudo que vivemos faz sentido.
E que sentido faz, quando nada em nossa vida faz sentido!
Chalil Costa




Ai eu adoro esse blog!
Adoro as palavras, adoro seus sentidos!
;)
"Que tudo que vivemos fez sentido,
Que tudo que vivemos faz sentido.
E que sentido faz, quando nada em nossa vida faz sentido!"
Muito foda mano! surreal até, as vezes só a falta de sentindo nos faz lembrar quando, outrara, fazia sentindo!
Como sempre muito bom... o sentido 100 sentido ...
de uma ambguidade que rodeia a vida!